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Marcas na pele de Phelps e outros atletas chamam atenção nas Olimpíadas

Conheça o Cupping, um tratamento milenar usado por atletas de alto rendimento que ajuda a eliminar dores musculares.

Não é preciso reparar muito para encontrar marcas redondas na pele dos atletas que estão competindo nas Olimpíadas, no Rio de Janeiro. Mas, apesar de parecem machucados, as marcas são na verdade resultado de um tratamento que auxilia na recuperação muscular de treinos e competições: o Cupping.

Em português, o termo seria algo como “sangria” ou “ventosa”, e consiste em utilizar pequenos copos de vidro para realizar sucções na pele. Estudos apontam que o tratamento milenar possa ter surgido há 3 mil anos a.C. e, até hoje, é muito utilizado por atletas de elite, como o nadador americano Michael Phelps, afirmando que a técnica estimula o fluxo de energia pelo seu corpo.

A sangria é um método de recuperação no qual ventosas são colocadas para puxar a pele para trás com o objetivo de soltar músculos e tendões. Aumentando o fluxo sanguíneo, a recuperação é acelerada.

Michael Phelps durante o tratamento de Cupping, que consiste em realizar a sucção da pele com copos de vidro.

A prática se tornou algo comum para os atletas dos EUA, especialmente entre nadadores e ginastas.

As manchas geradas pelos copos, que podem durar de duas até três semanas, aparentemente não são nada perto dos benefícios do tratamento. O ginasta Alex Naddour também é adepto da prática: “Proporciona alívio da dor das batidas da ginástica. Isso tem sido um segredo meu ao longo deste ano que me mantém saudável. É a melhor coisa que já fiz para me recuperar. Me salvou”, contou ele durante uma entrevista.

A ex-nadadora olímpica Natalie Coughlin também aposta no Cupping e, inclusive, já mostrou um pouco da técnica em seu Instagram e diz que adora o tratamento!

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Publicado originalmente aqui

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